Todo dia era a mesma coisa: mensagem de manhã, conversas longas durante a tarde ou a noite. Meu dia era cheio dos seus áudios e sua galeria cheia de fotos que lembravam a gente. Meu celular com uma pasta cheia das nossas fotos, 394 pra ser mais exata, algumas eram repetidas, outras eu tirei quando você estava desatento ou dormindo, adoro aquela das suas costas sabe?
Todo final de semana era regado a risadas, histórias, colo e muito cafuné. Toda hora tinha mensagem sua e a cada segundo eu pensava em te escrever.
Agora também é sempre a mesma coisa: eu namoro sua foto do perfil, espero você entrar pra escrever algo (mas desisto e apago), escrevo sobre você todos os dias e o dia todo (quem vai querer ler crônicas sobre uma pessoa só?), continuo dormindo com sua camiseta e sabe aquela foto das suas costas? Ela é meu plano de fundo.
Como disse Clarice: "hoje eu falei pra mim, jurei até que essa não seria pra você e agora é". Eu não resisto, eu sinto muito.
Ahh, que saudade da gente.
Todo final de semana era regado a risadas, histórias, colo e muito cafuné. Toda hora tinha mensagem sua e a cada segundo eu pensava em te escrever.
Agora também é sempre a mesma coisa: eu namoro sua foto do perfil, espero você entrar pra escrever algo (mas desisto e apago), escrevo sobre você todos os dias e o dia todo (quem vai querer ler crônicas sobre uma pessoa só?), continuo dormindo com sua camiseta e sabe aquela foto das suas costas? Ela é meu plano de fundo.
Como disse Clarice: "hoje eu falei pra mim, jurei até que essa não seria pra você e agora é". Eu não resisto, eu sinto muito.
Ahh, que saudade da gente.
Julia Ribeiro
